terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O Câncer tem Cura Sim!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Como todos sabemos, o câncer é uma doença provocada por uma anomalia genética, o que faz com que, mesmo com tratamento, as células afetadas pela doença se multipliquem, impedindo seu controle, principalmente quando a doença é identificada tardiamente.
Através de várias pesquisas medicinais, descobriu-se que a seiva de certa planta encontrada em países tropicais e no nordeste brasileiro, chamada de Aveloz (Euphorbia tirucalli) pode ser usada em tratamentos de de tumores cancerosos e pré-cancerosos. O problema é que a mesma planta é altamente tóxica, o que fez com que várias pesquisas pelo mundo fossem lançadas.
Recentemente, nos laboratórios da Universidade Federal de Piracicaba foram feitos diversos testes e pesquisas e após testar até mesmo em tratamentos de doentes em hospitais da região, foi elaborado um composto à base de Aveloz e Graviola. A inovação é que eles conseguiram um resultado até agora inédito: mudar a ação das toxinas presentes na planta para que elas afetem somente as células cancerígenas. Ou seja, matando todas as células doentes, não há como elas se reproduzirem, portanto a doença é vencida e sem afetar qualquer outro tipo de célula saudável.
Junto à ação do Aveloz, combinou-se a graviola, que ajuda a evitar a queda dos cabelos com os tratamentos convencionais de quimioterapia, que não deve ser abandonado, mesmo com a utilização do novo medicamento. O diferencial é que, com a ação eficaz do medicamento, o tratamento não será tão destrutivo e constante como foi até hoje e com maior probabilidade de eficiência.
O funcionamento seria com base ao uso do composto três dias antes e três dias depois do tratamento quimeoterápico, exterminando assim os agentes malígnos do corpo.
Os cientistas responsáveis já registraram sua descoberta e por enquanto, aguardam a liberação para a comercialização em larga escala e publicação de propagandas, mas mesmo assim os interessados já podem conversar com médicos e cientistas especializados e iniciar seu tratamento.
Este site e esta reportagem não têm a função de fazer qualquer tipo de propaganda comercial, mas divulgaremos o telefone para que os interessados possam buscar mais informações diretamente com os pesquisadores: (19) 3301-1506.
Mas não se esqueçam que acompanhamento médico e busca de informações é a melhor solução, sempre!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Seis Milhões Realmente Morreram? , Richard E. Harwood

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Autor: Richard E. Harwood
Ano: 1974
Tamanho: 433 Kb

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Livro revisionista do holocausto judeu, imparcial, critica sua integridade legal e os padrões das evidências apresentadas, bem como pondo em dúvida a imparcialidade e objetividade e dos juizes, mostrando que sempre há o outro lado da história.

Mein Kampf, Adolf Hitler


Autor: Adolf Hitler
Ano: 1925
Tamanho: 2,8 Mb

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Autobiografia escrita por Adolf Hitler durante sua estadia na prisão, sendo considerada a "bíblia" do nazismo, onde ele expressou suas idéias anti-semitas, nacionalistas e raciais.
É importante ressaltar que as idéias propostas em Mein Kampf não surgiram com Hitler, mas sim com base em teorias, filosofias e argumentos comuns na Europa.

Manifesto Comunista


Autores: Karl Marx e Friedrich Engels
Ano: 1848
Tamanho: 68 Kb

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Históricamente, um dos tratados políticos de maior influência mundial, escrito pelos teóricos fundadores do socialismo científico, expressa os fundamentos básicos do socialismo e a sua aplicação política, através do comunismo.

Músicas das Maiores Ordens e Seitas Misteriosas vol. 01


Ano: 2008
Gênero: Instrumental
Tamanho: 36 Mb
Bitrate: 128 Kbps
Server: Megaupload

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Lista de Músicas:

Templários
1. Seignor, saichiés qui or s'en ira (Tibhaut de Champagne)
2. Canterai pour mon courage (Guiot de Dijon)
3. Under der Lindem (Walter Von der Vogel Weide)

Illuminati
4. A Valsa (Desconhecido)
5. Ritual (Desconhecido)

Rosacruz
6. Gymnopédie (Erik Satie)
7. Gnossienne no. 1 (Erik Satie)

Maçonaria
8. Zerfliesset Heut Geliebet Bruder (Mozart)
9. Ihr Unsen Neuen Leiter (Mozart)
10. Gesellenreise-Die Ihr Einem Neuen Grade (Mozart)
11. O Heiliges Band der Freundschaft Treuer Bruder (Mozart)
12. Die Ihr des Unvermesslinchen Weltalls Shopfer Ehrt (Mozart)


Os 33 Graus Maçônicos

Composta por graus simbólicos e filosóficos, a Maçonaria possui ao menos três graus obrigatórios: Aprendiz, Companheiro e Mestre.
Sendo o primeiro grau da maçonaria simbólica, o Aprendiz necessita obter conhecimento e trabalhar afim de atingir o próximo grau. Seu símbolo é a Pedra Bruta, prestes a ser lapidada e é neste grau que ele é preparado para a entrada no mundo espiritual.
O Companheiro, segundo grau, volta-se para a importância do trabalho na formação do homem e da humanidade. Como símbolo, o membro costuma ser comparado a uma Espiga de Milho Madura e é neste momento que ele deve voltar-se ao estudo de si mesmo.
O Mestre Maçon é o terceiro grau, atribuído em Lojas Simbólicas. É quando o maçon é transformado em membro pleno da Loja, pois já aprendeu a lidar com a dualidade física e aquietar seu corpo e mente, passando a outro nível de existência.
Além destes graus obrigatórios, há vários sistemas de graus superiores, opcionais e de caráter filosófico, sendo mais comum o Rito Escocês Antigo e Aceito, onde há 33 graus, descritos a seguir:
A imagem a seguir resume os graus descritos, tanto no Rito de York, que possui 13 degraus, quanto no Rito Escocês Antigo e Aceito, no qual concentraremos nossa atenção.



1º Grau - Aprendiz
Considerado por muitos o mais importante, pois o aprendiz deve saber aprender. Há contato com os primeiros símbolos maçônicos e a função de cada um dentro do templo.

2º Grau - Companheiro
Onde o maçom passa a ter maior conhecimento de símbolos, rituais e desenvolvimento do próprio caráter.

3º Grau - Mestre
Grau de plenitude maçônica, sendo o mais elevado no simbolismo, com grande conhecimento dos objetivos e história da Maçonaria.

4º Grau - Mestre Secreto
Onde o maçom deve exercitar a virtude do silêncio, avançando no estudo dos símbolos maçônicos.

5º Grau - Mestre Perfeito
Aprende-se a meditação interior, rende-se culto à memória dos antepassados.

6º Grau - Mestre por Curiosidade (ou Secretário Íntimo)
Busca do conhecimento para o progresso. Investiga-se formas de combater misérias sociais e os malefícios de curiosidades tolas e vãs.

7º Grau - Mestre Irlandês (ou Preboste e Juiz)
Tem como meta o estudo de princípios de ética, justiça e direito natural.

8º Grau - Intendente dos Edifícios
Combate a ignorância, hipocrisia e a própria ambição, além de estudar os valores da fraternidade no trabalho e direito à propriedade.

9º Grau - Mestre Eleito dos Nove
Estuda-se as forças negativas e da reconstrução, assim como a realidade e seus ciclos.

10º Grau - Mestre Eleito dos Quinze
Toma-se conhecimento da extinção das paixões e do que é censurável e condenável.

11º Grau - Cavaleiro Eleito dos Doze (ou Sublime Cavaleiro Eleito)
Estuda-se a regeneração.

12º Grau - Grão-Mestre Arquiteto
Estuda-se o poder da representação popular.

13º Grau - Cavaleiro Real Arco
Estuda os magos de Jerusalém e do Egito.

14º Grau - Grande Eleito (ou Perfeito e Sublime Maçom)
Defende a educação digna, para que o homem possa ter governantes que cumpram e forneçam obrigações e direitos compatíveis. Adquire-se a liberdade de consciência.

15º Grau - Cavaleiro do Oriente
Estuda-se e dedica-se à luta para o progresso pela razão.

16º Grau - Príncipe de Jerusalém
Estuda-se e compreende-se a vitória da liberdade como resultado da coragem e perseverança.

17º Grau - Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
Aprende e explora o direito da reunião.

18º Grau - Cavaleiro Rosa-Cruz
Estuda-se e dedica-se à vitória da Luz sobre as Trevas e à libertação pelo Amor.

19º Grau - Grande Pontífice
Aprende sobre o triunfo da Verdade e estuda o pontificado.

20º Grau - Mestre Ad Vitam
Estuda e se dedica aos deveres dos Chefes das Lojas Maçônicas.

21º Grau - Noaquita (ou Cavaleiro Prussiano)
Estuda a importância do arrependimento sincero e os perigos da ganância e ambição.

22º Grau - Cavaleiro do Real Machado (ou Príncipe do Líbano)
Estuda o trabalho como princípio de propagação de sentimentos nobres.

23º Grau - Chefe do Tabernáculo
Aprende a vigiar e velar os valores propagados pela Ordem.

24º Grau - Príncipe do Tabernáculo
Dedica-se à conservação e estudo profundo das doutrinas maçônicas.

25º Grau - Cavaleiro da Serpente de Bronze
Aprende a combater o despotismo e a tirania.

26º Grau - Príncipe da Mercê (ou Escocês Trinitário)
Estuda princípios de organização social através da Igualdade e Harmonia.

27º Grau - Grande Comendador do Templo
Estuda e defende princípios de governo democrático.

28º Grau - Cavaleiro do Sol (ou Príncipe Adepto)
Estuda a Verdade.

29º Grau - Grande Escocês de Santo André
Estuda e se dedica à antiga Maçonaria da Escócia.

30º Grau - Cavaleiro Kadosch
Estuda profundamente o simbolismo e filosofia maçônica.

31º Grau - Juiz Comendador (ou Inspetor Inquisitor Comendador)
Estuda o exame de consciência detalhado e História.

32º Grau - Sublime Cavaleiro do Real Segredo
Estuda o poder militar.

33º Grau - Soberano Grande Inspetor Geral
Fecha o ciclo de estudos, tornando-se um guardião, condutor e mestre da Maçonaria.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

A Rainha do Egito

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Cleópatra VII Thea Filopator foi a última rainha da dinastia de Ptolomeu, após a conquista do Egito pelo rei Alexandre III da Macedônia.
Uma das mulheres mais conhecidas da história, além de uma líder política sem igual, passou a ser reconhecida apenas como Cleópatra, sendo suas antecessoras, de certa forma, ignoradas pela história, tamanha foi a importância desta.
Erroneamente, costuma ser tratada como uma mulher fatal e de rara beleza, usando seus atributos físicos para conquistar suas ambições. Porém, Cleópatra, antes de tudo, foi uma mulher com um grande desenvolvimento espiritual, ambiciosa, determinada e muito inteligente, tendo como inspiração Alexandre, o Grande, conquistador do maior império da história.
Aos 18 anos, perdeu seu pai, Ptolomeu XII, sendo escolhida como esposa de seu irmão, Ptolomeu XIV, de apenas 9 anos. Sendo assim, Cleópatra, que figurativamente, haveria assumido o governo como co-regente, tornou-se a verdadeira governante.
A jovem rainha possuia objetivos definidos para seu reinado: garantir a riqueza e independência do Egito, além de restaurar a glória dos faraós. Mas mais do que isso, ela estava determinada a conquistar um grande Império, assim como o de Alexandre e estava disposta a tudo por isso.
Um dos acontecimentos que mais feriram a rainha, foi o incêndio que destruiu a biblioteca de Alexandria, sua cidade natal, revelando acima de tudo o quanto considerava indispensável o patrimônio intelectual.
O Egito, sendo uma das nações mais ricas do Mediterrâneo, dispertava muitos interesses, principalmente sobre os romanos, que consideravam-no como um tesouro a ser conquistado. Ela, que já presenciara muitas vezes o próprio pai pagando subornos à Roma para manter-se no poder, sabia exatamente o quanto a sua influência sobre Roma era importante para seus planos.
Júlio César, poderoso general romano, ao conhecê-la de perto e, com ela, a cultura de seu país, ficou fascinado, principalmente pela idéia de imortalidade, presente na cultura e religião egípicia, considerando que já estava envelhecendo. Cleópatra era considerada uma Deusa e seu acompanhante não ficou para trás.
Cleópatra, grávida de um filho de César, punha definitivamente um fim na democracia do senado romano. Cesário, seu filho, governaria um grande Império, como o de Alexandre, a grande obsessão da vida da rainha do Egito.
Apesar de tudo, devemos considerar que realmente havia amor entre o casal e que sua união, apesar de tudo, não baseou-se (ao menos totalmente) no interesse político-econômico. Cleópatra amava César, não Roma. E a humilhação pela qual sua irmã Arsenob passou nas mãos do exército romano, uma diplomata derrotada, marcaria a vida da jovem rainha para sempre. César também não ficou para trás com suas demonstrações de amor pela rainha, construindo até mesmo um templo com uma estátua de sua amada e um belo jardim em Roma. Porém, a idéia de eliminar a república romana não agradou nenhum pouco o senado., resultando no cruel assassinato de César por seus inimigos políticos.
Marco Antônio, aliado do casal e general de César, expôs ao senado romano que Cesário era o herdeiro legítimo de César. Porém, Otaviano, sobrinho de César, reclamou tal legitimidade.
Marco Antônio precisava das riquezas do Egito para vencer seu principal inimigo, Otaviano e conquistar Roma, enquanto Cleópatra precisava dele para dar continuidade em seu plano de entregar um grande império a seu filho, Cesário. Em Alexandria, Cleópatra já voltou amante de Marco Antônio e grávida de gêmeos. O general partiu para uma batalha e deixou a rainha no Egito. Algum tempo depois, uma carta de Marco Antonio revelava que ele estava com outra mulher e tinha abandonado a rainha. Mas sua determinação política venceu seus ressentimentos, considerando que ela e Marco Antônio aliaram-se novamente.
Porém, esse romance custou alto, já que Roma não aceitava, ainda mais após perder territórios para a rainha egípicia. Marco Antônio acaba derrotado por seu inimigo, Otaviano e morreu por sua própria espada, seguindo a cultura romana, nos braços de sua amada. A rainha fora aprisionada por Otaviano, Seu filho Cesário assassinado pelo mesmo e os gêmeos, perdidos na história. Inteligente e orgulhosa, para não servir de troféu de guerra ao inimigo romano, ela suicida-se com a picada de uma pequena cobra venenosa, fazendo com que Otaviano exibisse como troféu apenas um retrato da rainha, que ficará para sempre na história como a rainha do Egito.
 
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