terça-feira, 2 de junho de 2009

Uma Análise ao Islã - Princípios Doutrinários

terça-feira, 2 de junho de 2009
O Islamismo, religião fundada pelo profeta Muhammad (Maomé) no ano 622 do calendário Cristão, sempre despertou curiosidades, seja pela sua manifestação doutrinária, seja pela sua cultura base.
Crença com base no sincretismo religioso entre o cristianismo, judaísmo e o politeísmo árabe pré-islâmico, possue como pilares fundamentais 5 princípios essenciais na vida de cada islâmico, além da Djhad (Guerra Santa). Porém, como tudo que é desconhecido, tal religião passa a ser discriminada justamente pela essência de tais princípios. Vamos avaliá-los, portanto, como uma tentativa de expôr seu significado de forma sublime e pura de interpretações leigas.

1º.) Somente A é Deus e Maomé (Muhammad) seu último profeta.
Muitos interpretam tal preceito como discriminatório, porém, lembrando do sincretismo religioso existente em sua essência, podemos afirmar certamente que Alá é o mesmo Deus de todas as outras religiões monoteístas, porém abordado com um nome ligado culturalmente ao Islã. Além disso, considera-se Maomé seu último profeta, existindo antes dele Abraão, Moisés e Jesus.

2º.) Orar 5 vezes ao dia, voltado à Meca.
Embora comumente seja interpretado como exagero, esse preceito simplesmente tenta manter o fiél ligado a Deus por todo o tempo, impedindo que este deixe de pensar Nele e fazendo com que passe a evitar a prática de ações religiosamente condenáveis.

3º.) Dar esmolas anualmente, conforme as posses.
Como vemos, o desconto das esmolas é feito de modo equilibrado e justo e direcionado àqueles sem posses e necessitados.

4º.) Jejuar no mês do Ramadã.
Tal jejum é válido durante o dia, liberando o fiél para se alimentar levemente ao anoitecer. A intenção nada mais é do que fazer com que não se perca a sensibilidade sobre aqueles que passam fome no deserto e despertar a compaixão, fazendo com que também se dê alimentos àqueles que precisam.

5º.) Fazer a peregrinação à Meca ao menos uma vez na vida.
Caso o fiél não possua posses suficientes para financiar sua ida à Cidade Sagrada, esta será financiada pela Sociedade Islâmica.

Além de tais preceitos, como já foi dito, há a Djhad, ou guerra-santa. Não se deixem enganar por falsos moralismos e ações extremistas. A Djhad não é obrigatória, é instituida apenas como necessidade de defesa, sem qualquer ligação com uma natureza radical. Em seu sentido mais puro, a Djhad é uma defesa praticada contra uma ação agressora na tentativa de impedir a expansão da fé islâmica, portanto uma ação pacífica. O problema não está na batalha, mas sim no que a move. E é exatamente neste ponto onde muitos pecam em nome de Deus, sem ao menos compreendê-lo em sua essência.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Adolf Hitler Adepto ao Neopaganismo Germânico?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Muitos conhecem a Figura Política de Adolf Hitler, líder do nacional-socialismo alemão que assumiu o poder após a república de Weimar. Mas poucos sabem sobre sua grande ligação com o ocultismo. Religiões, sociedades, culturas e simbologias antigas sempre despertaram a atenção de Hitler e isso era facilmente observável em sua ideologia governamental.

Eis um assunto que não pode ser discutido em apenas um tópico, tamanha sua importância e destaque na história e na compreensão do que realmente foi o nacional socialismo alemão. Mas tal assunto condensado será introduzido através de um poema de autoria do próprio Hitler, escrito em 1915, enquanto este servia no exército alemão no fronte ocidental durante a Primeira Grande Guerra. Este poema, considerado esotérico, cita o deus nórdico Odin, com referência ao Asatrú, o neopaganismo germânico ancestral.



“Ich gehe manchmat in rauhen Nächten

Zur Wotanseiche in den stillen Hain,

Mit Dunklen Mächten einen Bund zu flechten –

Die Runen zaubert mir der Mondeschein.

Und alle, die am Tage sich erfrechten,

Sie werden vor der Zauberformel klein!

Sie ziehen blank – doch statt den Strauβ zu fechten,

Erstarren sie zu Stalagmitgestein.

So scheiden sich die Falschen von den Echten –

Ich greife in das Fibelnest hinein

Und gebe dann den Guten und Gerechten

Mit meiner Formel Segen und Gedeihn.”


Como tradução, temos:


“Vou muito freqüentemente em noites amargas

Ao carvalho de Odin na clareia silenciosa,

Com poderes ocultos para tramar uma união –

O luar que me mostra a mágica runa.

E tudo que é cheio de imprudência durante o dia,

Torna-se pequeno pela fórmula mágica!

Eles se armam de aço brilhante – mas em vez de ir para o combate,

Solidificam-se em estalagmites.

Assim os inferiores se separam dos superiores –

Faço uso de um grupo de palavras

E as dou para os bons e justos

Com minha fórmula de bênçãos e prosperidade.”


Porém, há contradições sobre seu significado, baseadas até mesmo em declarações do próprio Hilter, que, segundo suas palavras, "nada seria mais tolo que restabelecer o culto a Odin. Nossa velha mitologia cessou de ser viável quando o cristianismo a implantou. Nada morre a menos que esteja moribundo."

Talvez, de fato, apesar do cunho neopagão, tal poema possua outros significados mais relevantes e sutis do que simplesmente a exaltação aos cultos nórdicos. Entretanto, considerando seu grande conhecimento e interesse sobre tais assuntos, não podemos simplesmente negar a curiosidade que tal obra nos desperta ao tentar entender um pouco mais da mentalidade complexa de Adolf Hitler.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Filtro dos Sonhos

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Muitos já devem ter visto um destes por aí. Mas o que muitos não sabem, é que o Filtro dos Sonhos (ou Dreamcatcher) vai muito além de um belo objeto decorativo. É nada menos do que uma mandala de cura, originária da cultura nativa norte-americana. A mandala, segundo esta tradição, é algo naturalmente presente no inconsciente da alma humana, representada nos sonhos e nas imagens criadas. Como sabemos, o Tempo dos Sonhos é influenciado por boas e más energias, que na presença destes objetos, passam a ser filtradas, impedindo que as energias intrusas cheguem até nós, prendendo-as na teia do objeto e dissipando-as ao nascer do Sol, enquanto as energias limpas escorrem pelo ambiente através do movimento das plumas no ar. Além disso, diz-se que ele pode proporcionar visões durante os sonhos.

Há várias formas de confeccioná-lo e vários significados para seus símbolos, assim como diversas lendas sobre seu surgimento, variando conforme a tribo. Tradicionalmente, ele é feito com galhos de salgueiro, na forma de um círculo, com uma rede na forma de uma teia de aranha e uma abertura ao centro, onde geralmente se coloca alguma pena, semente ou cristal, cada um com seu significado próprio.

O círculo representa o círculo da vida, a totalidade. É um símbolo solar, celeste, da Eternidade, sendo no simbolismo ancestral, a representação do espaço infinito. Seja qual for a simbologia ou cultura, um Círculo de Poder, como este, serve como um espelho, onde podemos observar o reflexo do Universo e a totalidade, trabalhando, portanto, o entendimento dos mistérios da vida, do cosmos, das leis naturais.

Os fios tecidos na teia ao centro podem variar conforme o número de pontos, sendo em geral 7 pontos (representando as 7 profecias), 8 pontos (8 pernas da aranha, significando as oito direções sagradas) ou 13 pontos (como representação das 13 luas), cada um seguindo uma tradição e intenção de uso. O centro da teia corresponde ao Criador, à Força que abrange todo o Universo.

Entre as suas lendas mais conhecidas, há duas em especial. Não se sabe ao certo até onde elas se encaixam ou sua real relação, lembrando que muitas tribos nativo-americanas utilizam esta técnica há gerações, sem necessariamente manterem contato entre si. Segundo dizem, no início havia apenas a escuridão, os povos andavam às cegas e viviam colidindo entre si, até que a Aranha, que para eles é ao mesmo tempo Avó e Criadora, aquela que cria novas energias dentro da existência, trouxe o Sol e o Fogo aos índios e ensinou-lhes também a arte de fazer a cerâmica. Esta Aranha anciã, chamada Iktomi, apareceu para um velho índio e pegando um aro de cipó, começou a tecer uma teia com cabelo de cavalo e as oferendas recebidas. Enquanto tecia, o espírito da Aranha falou sobre os ciclos da vida, do nascimento à morte e das boas e más forças que atuam sobre nós em cada uma dessas fases. Segundo suas próprias palavras, "Se você trabalhar com forças boas será guiado na direção certa e entrará em harmonia com a natureza. Do contrário, irá para direção que causará dor e infortúnios". Por fim, devolveu ao velho índio o aro de cipó com uma teia no centro dizendo-lhe que deveria ser usado para ajudar seu povo a alcançar seus objetivos, através do bom uso de suas idéias, sonhos e visões.

Outra lenda, parte da mesma idéia inicial de guerra, esta centrada especialmente entre duas tribos, onde as desarmonias energéticas, geradas pelas lutas, traziam pesadelos e não deixavam as crianças dormirem. Assim, o Espírito-Guardião, aqui representando pela Mãe-Búfala, pediu ao Xamã da tribo que fizesse um círculo com um galho de árvore e deixasse uma aranha fiar uma teia dentro dele. Nesse círculo foram colocadas algumas pedras e penas para atrair as energias dos sonhos e pesadelos e depois de pronto, o filtro foi colocado na tenda das crianças, que se acalmaram e passaram a dormir tranqüilamente, Pouco tempo depois, a guerra cessou e as tribos restabeleceram a paz.

Verdade ou mito, o que vale é sonhar!

domingo, 10 de maio de 2009

Canções do Divino Mestre (Bhagavad-Gita)

domingo, 10 de maio de 2009

Autores: Diversos
Tamanho: 93 Mb

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CD gravado com artistas brasileiros, narrando e musicalizando passagens do Bhagavad-Gita, poema místico-filosófico hindu que conta como Krishna transmitiu ao guerreiro Arjuna os ensinamentos da Verdade, em frente ao campo de batalha, e que serve até hoje como base para muitas filosofias espalhadas pelo mundo.
Muito bom para quem já leu a obra ou mesmo para aqueles que querem sentir um leve suspiro desta mensagem de auto-conhecimento e realização.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Asatrú e o Neopaganismo Germânico

terça-feira, 5 de maio de 2009

Asatrú Vanatru (Verdadeiro, Leal para com os AsaR, em Islandês, além de ser uma referência aos Deuses cultuados), também conhecido como Odinismo, é um movimento religioso neopagão que tenta reviver o paganismo nórdico existente na época dos Vikings antes da chegada do Cristianismo.

Os AsaR são os Deuses conhecidos como Æsires (guerreiros) e Vanires (representantes da fertilidade e das riquezas), sendo muitos deles familiares, como Odin, Thor, Loki, Tyr, Baldur, HeimdallR, Frigga, Freyja, FreyR, entre outros.A religião baseia-se nas nove virtudes que devem ser praticadas: verdade, fidelidade, disciplina, laboriosidade, hospitalidade, perseverança, confiança, coragem e honra. Para eles, o trabalho em conjunto faz com que cada um se fortaleça, pois acreditam que cada pessoa é dependente de outros e que a mutualidade resulta na harmonia, desde que cada um faça a sua parte.

Toda a mitologia que a compõe encontra-se nas Sagas e nas Eddas, livros que contém escritos nórdicos que retratam desde o início do mundo na visão nórdica, passando pelas formas pelas quais Odin descobriu a magia, até contos de heróis lendários e suas profecias.

Há muitos mitos e lendas, muitos deuses e raças, muitos demônios e espíritos malignos, muitos mundos, muitos rituais, símbolos e formas de magia envolvidos, o que a revela como sendo uma religião com uma grande riqueza cultural.

Muitos membros do Asatrú trabalham constantemente com estudos e pesquisas acadêmicas sobre a antiga religiosidade nórdica e sua historiografia e apesar de ser uma das mais antigas religiões de que se tem notícia, apenas foi reconhecida oficialmente como religião a partir da década de 70 e, desde então, tem crescido e se espalhado por todo mundo, não limitando-se apenas aos países de origem.


Na foto, O Valknut, ou Laço dos Caídos, um dos símbolos de Odin, cercado por Runas, letras mágicas do alfabeto nórdico, mitologicamente reveladas por Odin ao homem como dádiva sagrada. Este é um dos símbolos mais comuns entre os adeptos do Asatrú.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Atlântida Revelada

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Atlântida é conhecida por muitos como uma ilha ou continente perdido, que submergiu, embora não se saiba com exatidão como ou onde, junto com sua civilização, portadora de grande conhecimento científico-filosófico.
É fato que Atlântida, por toda sua história cercada de mistérios e beleza, atrai constantemente a atenção de milhares de pessoas. Mas nos últimos dias, esta atenção centralizou-se em uma suposta descoberta atribuída ao engenheiro aeronáutico Bernie Bamford, de 38 anos, que através do uso do programa Google Ocean, que faz parte do Google Earth, identificou um estranho padrão que, segundo suas próprias palavras, “Parece um mapa aéreo de Milton Keynes. Tem que ser obra do homem”. A imagem consiste numa formação que, aparentemente, assemelha-se a um mapa de ruas e construções, localizado na costa da África, a 965 quilômetros a oeste das Ilhas Canárias, a uma profundidade de 5,6 quilômetros (veja a imagem ao lado), localização próxima à descrita pelo filósofo Platão, um dos primeiros a relatar sobre a existência e o fim trágico de Atlântida.
Logo a notícia recebeu espaço em uma publicação no jornal The Sun, porém, sem tempo para muita repercussão, a grande descoberta foi acobertada pela mídia, sendo que a Google, no último dia 20, alegou que tal efeito visualizado provinha de plantas deixadas por navios recolhendo dados, devido ao processo de um moderno mapeamento do solo oceânico.
O mais intrigante, contudo, é que mesmo deixando de analisar diretamente a área, nota-se no globo um retângulo perfeito do tamanho do País de Gales, repousando no fundo do Oceano Atlântico a cerca de 5,6 Km de profundidade, na mesma localidade. E mais, há uma quadrícula de linhas perpendiculares, semelhante a um mapa de uma grande metrópole, no centro de tal retângulo, demasiadamente extensas e organizadas para serem resultado simplesmente de fenômenos naturais (Veja a imagem ao lado).
De qualquer modo, independentemente das interpretações dadas à origem de tais fenômenos, todos estamos cientes de que é tudo é resultado de um planeamento inteligente, com inferência de design, ou seja, presença de informação complexa, específica e subliminar. Resta-nos saber agora o motivo pelo qual a empresa apressou-se a negar e a retirar de modo espetacular o acontecimento do foco da mídia e também a real origem disso tudo. Seja a fantástica descoberta de uma civilização antiga, seja problemas no mapeamento ou mesmo interferência visual premeditada, precisamos de respostas.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O Três Vezes Grande, Hermes Trismegistus

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Comumente associado a 3 diferentes visões, para alguns, não passa de um grupo de pessoas responsáveis pela elaboração de textos-base do hermetismo, como resultado do conhecimento egpípcio oculto por milhares de anos, formando assim, uma das primeiras ordens iniciáticas do antigo Egito e Grécia, para outros, seria um grande conhecedor do ocultismo e há ainda quem o veja como uma combinação entre o deus egípcio Thot e o deus grego Hermes, ambos deuses que representavam a escrita e a magia em suas respectivas culturas, formando então o patrono da astrologia e alquimia, Hermes Trismegistus.
Segundo esta ultima visão, a ligação entre um deus egípcio e um grego deu-se graças ao fato de que Hermes seria um deus dos colonos gregos no Egito, que acabavam identificando seus deuses gregos com os deuses da terra onde habitavam. Ao humanizarem ambos em uma única forma humana, transformaram-no em um rei lendário que governou por 3.226 anos, que haveria escrito dezenas de milhares de livros sobre as leis gerais da natureza. Posteriormente, admitiu-se que seriam apenas 42 livros escritos anonimamente sobre a filosofia egípcia sob o ponto de vista grego, cuja autoria foi atribuída a Hermes Trismegistus e que formaram, então, a base do hermetismo. Tais 42 livros seriam subdivididos em seis conjuntos, sendo que o primeiro tratava da educação dos sacerdotes, o segundo sobre rituais do templo, o terceiro sobre geologia, geografia, botânica e agricultura, o quarto sobre astronomia e astrologia, matemática e arquitetura, o quinto continha os hinos em louvor aos deuses e um guia de ação política para os reis e o sexto era um texto médico. Há quem diga que ele também tenha sido o autor do Livro dos Mortos e do mais famoso texto alquímico, a Tábua de Esmeralda. Vale lembrar que Hermes Trismegistus já fora citado também como um engenheiro proveniente da Atlântida, responsável pela construção das pirâmides egípcias.
De qualquer forma, o hermetismo foi muito famoso na Europa, principalmente durante a Idade Média e Renascença, representando uma variação da alquimia, magia, astrologia e filosofia, todas repletas de símbolos e metáforas. Com a volta do interesse e destaque do hermetismo durante a "Nova Era", muitos ocultistas modernos passaram a sugerir que os textos atribuídos a Hermes Trismegistus originaram-se nos tempos dos faraós e que os 42 livros originais e essenciais que guardam o principal do conhecimento, filosofia e crenças religiosas da época continuam perdidos ou escondidos, embora os historiadores discordem.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O Câncer tem Cura Sim!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Como todos sabemos, o câncer é uma doença provocada por uma anomalia genética, o que faz com que, mesmo com tratamento, as células afetadas pela doença se multipliquem, impedindo seu controle, principalmente quando a doença é identificada tardiamente.
Através de várias pesquisas medicinais, descobriu-se que a seiva de certa planta encontrada em países tropicais e no nordeste brasileiro, chamada de Aveloz (Euphorbia tirucalli) pode ser usada em tratamentos de de tumores cancerosos e pré-cancerosos. O problema é que a mesma planta é altamente tóxica, o que fez com que várias pesquisas pelo mundo fossem lançadas.
Recentemente, nos laboratórios da Universidade Federal de Piracicaba foram feitos diversos testes e pesquisas e após testar até mesmo em tratamentos de doentes em hospitais da região, foi elaborado um composto à base de Aveloz e Graviola. A inovação é que eles conseguiram um resultado até agora inédito: mudar a ação das toxinas presentes na planta para que elas afetem somente as células cancerígenas. Ou seja, matando todas as células doentes, não há como elas se reproduzirem, portanto a doença é vencida e sem afetar qualquer outro tipo de célula saudável.
Junto à ação do Aveloz, combinou-se a graviola, que ajuda a evitar a queda dos cabelos com os tratamentos convencionais de quimioterapia, que não deve ser abandonado, mesmo com a utilização do novo medicamento. O diferencial é que, com a ação eficaz do medicamento, o tratamento não será tão destrutivo e constante como foi até hoje e com maior probabilidade de eficiência.
O funcionamento seria com base ao uso do composto três dias antes e três dias depois do tratamento quimeoterápico, exterminando assim os agentes malígnos do corpo.
Os cientistas responsáveis já registraram sua descoberta e por enquanto, aguardam a liberação para a comercialização em larga escala e publicação de propagandas, mas mesmo assim os interessados já podem conversar com médicos e cientistas especializados e iniciar seu tratamento.
Este site e esta reportagem não têm a função de fazer qualquer tipo de propaganda comercial, mas divulgaremos o telefone para que os interessados possam buscar mais informações diretamente com os pesquisadores: (19) 3301-1506.
Mas não se esqueçam que acompanhamento médico e busca de informações é a melhor solução, sempre!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Seis Milhões Realmente Morreram? , Richard E. Harwood

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Autor: Richard E. Harwood
Ano: 1974
Tamanho: 433 Kb

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Livro revisionista do holocausto judeu, imparcial, critica sua integridade legal e os padrões das evidências apresentadas, bem como pondo em dúvida a imparcialidade e objetividade e dos juizes, mostrando que sempre há o outro lado da história.

Mein Kampf, Adolf Hitler


Autor: Adolf Hitler
Ano: 1925
Tamanho: 2,8 Mb

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Autobiografia escrita por Adolf Hitler durante sua estadia na prisão, sendo considerada a "bíblia" do nazismo, onde ele expressou suas idéias anti-semitas, nacionalistas e raciais.
É importante ressaltar que as idéias propostas em Mein Kampf não surgiram com Hitler, mas sim com base em teorias, filosofias e argumentos comuns na Europa.

Manifesto Comunista


Autores: Karl Marx e Friedrich Engels
Ano: 1848
Tamanho: 68 Kb

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Históricamente, um dos tratados políticos de maior influência mundial, escrito pelos teóricos fundadores do socialismo científico, expressa os fundamentos básicos do socialismo e a sua aplicação política, através do comunismo.

Músicas das Maiores Ordens e Seitas Misteriosas vol. 01


Ano: 2008
Gênero: Instrumental
Tamanho: 36 Mb
Bitrate: 128 Kbps
Server: Megaupload

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Lista de Músicas:

Templários
1. Seignor, saichiés qui or s'en ira (Tibhaut de Champagne)
2. Canterai pour mon courage (Guiot de Dijon)
3. Under der Lindem (Walter Von der Vogel Weide)

Illuminati
4. A Valsa (Desconhecido)
5. Ritual (Desconhecido)

Rosacruz
6. Gymnopédie (Erik Satie)
7. Gnossienne no. 1 (Erik Satie)

Maçonaria
8. Zerfliesset Heut Geliebet Bruder (Mozart)
9. Ihr Unsen Neuen Leiter (Mozart)
10. Gesellenreise-Die Ihr Einem Neuen Grade (Mozart)
11. O Heiliges Band der Freundschaft Treuer Bruder (Mozart)
12. Die Ihr des Unvermesslinchen Weltalls Shopfer Ehrt (Mozart)


Os 33 Graus Maçônicos

Composta por graus simbólicos e filosóficos, a Maçonaria possui ao menos três graus obrigatórios: Aprendiz, Companheiro e Mestre.
Sendo o primeiro grau da maçonaria simbólica, o Aprendiz necessita obter conhecimento e trabalhar afim de atingir o próximo grau. Seu símbolo é a Pedra Bruta, prestes a ser lapidada e é neste grau que ele é preparado para a entrada no mundo espiritual.
O Companheiro, segundo grau, volta-se para a importância do trabalho na formação do homem e da humanidade. Como símbolo, o membro costuma ser comparado a uma Espiga de Milho Madura e é neste momento que ele deve voltar-se ao estudo de si mesmo.
O Mestre Maçon é o terceiro grau, atribuído em Lojas Simbólicas. É quando o maçon é transformado em membro pleno da Loja, pois já aprendeu a lidar com a dualidade física e aquietar seu corpo e mente, passando a outro nível de existência.
Além destes graus obrigatórios, há vários sistemas de graus superiores, opcionais e de caráter filosófico, sendo mais comum o Rito Escocês Antigo e Aceito, onde há 33 graus, descritos a seguir:
A imagem a seguir resume os graus descritos, tanto no Rito de York, que possui 13 degraus, quanto no Rito Escocês Antigo e Aceito, no qual concentraremos nossa atenção.



1º Grau - Aprendiz
Considerado por muitos o mais importante, pois o aprendiz deve saber aprender. Há contato com os primeiros símbolos maçônicos e a função de cada um dentro do templo.

2º Grau - Companheiro
Onde o maçom passa a ter maior conhecimento de símbolos, rituais e desenvolvimento do próprio caráter.

3º Grau - Mestre
Grau de plenitude maçônica, sendo o mais elevado no simbolismo, com grande conhecimento dos objetivos e história da Maçonaria.

4º Grau - Mestre Secreto
Onde o maçom deve exercitar a virtude do silêncio, avançando no estudo dos símbolos maçônicos.

5º Grau - Mestre Perfeito
Aprende-se a meditação interior, rende-se culto à memória dos antepassados.

6º Grau - Mestre por Curiosidade (ou Secretário Íntimo)
Busca do conhecimento para o progresso. Investiga-se formas de combater misérias sociais e os malefícios de curiosidades tolas e vãs.

7º Grau - Mestre Irlandês (ou Preboste e Juiz)
Tem como meta o estudo de princípios de ética, justiça e direito natural.

8º Grau - Intendente dos Edifícios
Combate a ignorância, hipocrisia e a própria ambição, além de estudar os valores da fraternidade no trabalho e direito à propriedade.

9º Grau - Mestre Eleito dos Nove
Estuda-se as forças negativas e da reconstrução, assim como a realidade e seus ciclos.

10º Grau - Mestre Eleito dos Quinze
Toma-se conhecimento da extinção das paixões e do que é censurável e condenável.

11º Grau - Cavaleiro Eleito dos Doze (ou Sublime Cavaleiro Eleito)
Estuda-se a regeneração.

12º Grau - Grão-Mestre Arquiteto
Estuda-se o poder da representação popular.

13º Grau - Cavaleiro Real Arco
Estuda os magos de Jerusalém e do Egito.

14º Grau - Grande Eleito (ou Perfeito e Sublime Maçom)
Defende a educação digna, para que o homem possa ter governantes que cumpram e forneçam obrigações e direitos compatíveis. Adquire-se a liberdade de consciência.

15º Grau - Cavaleiro do Oriente
Estuda-se e dedica-se à luta para o progresso pela razão.

16º Grau - Príncipe de Jerusalém
Estuda-se e compreende-se a vitória da liberdade como resultado da coragem e perseverança.

17º Grau - Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
Aprende e explora o direito da reunião.

18º Grau - Cavaleiro Rosa-Cruz
Estuda-se e dedica-se à vitória da Luz sobre as Trevas e à libertação pelo Amor.

19º Grau - Grande Pontífice
Aprende sobre o triunfo da Verdade e estuda o pontificado.

20º Grau - Mestre Ad Vitam
Estuda e se dedica aos deveres dos Chefes das Lojas Maçônicas.

21º Grau - Noaquita (ou Cavaleiro Prussiano)
Estuda a importância do arrependimento sincero e os perigos da ganância e ambição.

22º Grau - Cavaleiro do Real Machado (ou Príncipe do Líbano)
Estuda o trabalho como princípio de propagação de sentimentos nobres.

23º Grau - Chefe do Tabernáculo
Aprende a vigiar e velar os valores propagados pela Ordem.

24º Grau - Príncipe do Tabernáculo
Dedica-se à conservação e estudo profundo das doutrinas maçônicas.

25º Grau - Cavaleiro da Serpente de Bronze
Aprende a combater o despotismo e a tirania.

26º Grau - Príncipe da Mercê (ou Escocês Trinitário)
Estuda princípios de organização social através da Igualdade e Harmonia.

27º Grau - Grande Comendador do Templo
Estuda e defende princípios de governo democrático.

28º Grau - Cavaleiro do Sol (ou Príncipe Adepto)
Estuda a Verdade.

29º Grau - Grande Escocês de Santo André
Estuda e se dedica à antiga Maçonaria da Escócia.

30º Grau - Cavaleiro Kadosch
Estuda profundamente o simbolismo e filosofia maçônica.

31º Grau - Juiz Comendador (ou Inspetor Inquisitor Comendador)
Estuda o exame de consciência detalhado e História.

32º Grau - Sublime Cavaleiro do Real Segredo
Estuda o poder militar.

33º Grau - Soberano Grande Inspetor Geral
Fecha o ciclo de estudos, tornando-se um guardião, condutor e mestre da Maçonaria.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

A Rainha do Egito

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Cleópatra VII Thea Filopator foi a última rainha da dinastia de Ptolomeu, após a conquista do Egito pelo rei Alexandre III da Macedônia.
Uma das mulheres mais conhecidas da história, além de uma líder política sem igual, passou a ser reconhecida apenas como Cleópatra, sendo suas antecessoras, de certa forma, ignoradas pela história, tamanha foi a importância desta.
Erroneamente, costuma ser tratada como uma mulher fatal e de rara beleza, usando seus atributos físicos para conquistar suas ambições. Porém, Cleópatra, antes de tudo, foi uma mulher com um grande desenvolvimento espiritual, ambiciosa, determinada e muito inteligente, tendo como inspiração Alexandre, o Grande, conquistador do maior império da história.
Aos 18 anos, perdeu seu pai, Ptolomeu XII, sendo escolhida como esposa de seu irmão, Ptolomeu XIV, de apenas 9 anos. Sendo assim, Cleópatra, que figurativamente, haveria assumido o governo como co-regente, tornou-se a verdadeira governante.
A jovem rainha possuia objetivos definidos para seu reinado: garantir a riqueza e independência do Egito, além de restaurar a glória dos faraós. Mas mais do que isso, ela estava determinada a conquistar um grande Império, assim como o de Alexandre e estava disposta a tudo por isso.
Um dos acontecimentos que mais feriram a rainha, foi o incêndio que destruiu a biblioteca de Alexandria, sua cidade natal, revelando acima de tudo o quanto considerava indispensável o patrimônio intelectual.
O Egito, sendo uma das nações mais ricas do Mediterrâneo, dispertava muitos interesses, principalmente sobre os romanos, que consideravam-no como um tesouro a ser conquistado. Ela, que já presenciara muitas vezes o próprio pai pagando subornos à Roma para manter-se no poder, sabia exatamente o quanto a sua influência sobre Roma era importante para seus planos.
Júlio César, poderoso general romano, ao conhecê-la de perto e, com ela, a cultura de seu país, ficou fascinado, principalmente pela idéia de imortalidade, presente na cultura e religião egípicia, considerando que já estava envelhecendo. Cleópatra era considerada uma Deusa e seu acompanhante não ficou para trás.
Cleópatra, grávida de um filho de César, punha definitivamente um fim na democracia do senado romano. Cesário, seu filho, governaria um grande Império, como o de Alexandre, a grande obsessão da vida da rainha do Egito.
Apesar de tudo, devemos considerar que realmente havia amor entre o casal e que sua união, apesar de tudo, não baseou-se (ao menos totalmente) no interesse político-econômico. Cleópatra amava César, não Roma. E a humilhação pela qual sua irmã Arsenob passou nas mãos do exército romano, uma diplomata derrotada, marcaria a vida da jovem rainha para sempre. César também não ficou para trás com suas demonstrações de amor pela rainha, construindo até mesmo um templo com uma estátua de sua amada e um belo jardim em Roma. Porém, a idéia de eliminar a república romana não agradou nenhum pouco o senado., resultando no cruel assassinato de César por seus inimigos políticos.
Marco Antônio, aliado do casal e general de César, expôs ao senado romano que Cesário era o herdeiro legítimo de César. Porém, Otaviano, sobrinho de César, reclamou tal legitimidade.
Marco Antônio precisava das riquezas do Egito para vencer seu principal inimigo, Otaviano e conquistar Roma, enquanto Cleópatra precisava dele para dar continuidade em seu plano de entregar um grande império a seu filho, Cesário. Em Alexandria, Cleópatra já voltou amante de Marco Antônio e grávida de gêmeos. O general partiu para uma batalha e deixou a rainha no Egito. Algum tempo depois, uma carta de Marco Antonio revelava que ele estava com outra mulher e tinha abandonado a rainha. Mas sua determinação política venceu seus ressentimentos, considerando que ela e Marco Antônio aliaram-se novamente.
Porém, esse romance custou alto, já que Roma não aceitava, ainda mais após perder territórios para a rainha egípicia. Marco Antônio acaba derrotado por seu inimigo, Otaviano e morreu por sua própria espada, seguindo a cultura romana, nos braços de sua amada. A rainha fora aprisionada por Otaviano, Seu filho Cesário assassinado pelo mesmo e os gêmeos, perdidos na história. Inteligente e orgulhosa, para não servir de troféu de guerra ao inimigo romano, ela suicida-se com a picada de uma pequena cobra venenosa, fazendo com que Otaviano exibisse como troféu apenas um retrato da rainha, que ficará para sempre na história como a rainha do Egito.

O Efeito da Música na Mente Humana

Há alguns anos, tornou-se famoso o termo "Efeito Mozart", através de estudos que relacionavam o aumento de Q.I., a redução do stress e ansiedade, o aumento da memória, além de diversos outros benefícios, com a exposição à este tipo de "música", mais tarde, expandindo o estudo para diversos estilos musicais.
Aqui estão algumas referências à diversos destes estilos e os benefícios e sinais demonstrados cientificamente (alguns perceptíveis a qualquer um, enquanto outros se mostram mais curiosos).
O trecho a seguir foi retirado do Portal do Ipiranga.


. O Canto Gregoriano usa os ritmos da respiração natural para criar uma sensação de amplidão descontraída. É excelente para o estudo e a meditação silenciosas e pode reduzir o estresse.

. A música barroca mais lenta (Bach, Handel, Vivaldi, Corelli) comunica uma sensação de estabilidade, ordem, previsibilidade e segurança e cria um ambiente mentalmente estimulante para o estudo e o trabalho.

. A música clássica (Haydn e Mozart) tem clareza, elegância e transparência. Pode melhorar a concentração, a memória e a percepção espacial.

. A música romântica (Schubert, Schumann, Tchaikovski, Chopin e Liszt) enfatiza expressão e sentimento, com freqüência evocando temas de individualismo, nacionalismo ou misticismo. É mais útil para ampliar simpatia, compaixão e amor.

. A música impressionista (Debussy, Fauré e Ravel) é baseada em humores e impressões musicais de fluxo livre e evoca imagens de sonho. Um quarto de hora de devaneio musical, seguido por alguns minutos de alongamento, pode liberar seus impulsos criativos e colocá-lo em contato com seu inconsciente.

. Jazz, blues, Dixieland, soul, calipso, reggae e outras formas de música e dança provenientes da expressiva herança africana, podem animar e inspirar, liberar profunda alegria e tristeza, transmitir agudeza e ironia e afirmar nossa humanidade comum.

. Salsa, rumba, merengue, macarena e outras formas de música latina têm um ritmo vivo e uma batida que pode fazer o coração disparar, aumentar a respiração e coloca em movimento o corpo inteiro. O samba, entretanto, tem a rara capacidade de acalmar e despertar ao mesmo tempo.

. As músicas de big bands, pop, top 40 e country podem inspirar movimentação leve a moderada, engajar as emoções e criar uma sensação de bem-estar.

. O rock e o pop de artistas como Elvis Presley, Rolling Stones ou Michael Jackson podem sacudir as paixões, estimular uma movimentação ativa, liberar tensões, mascarar dores e reduzir o efeito de outros sons, altos e desagradáveis, no ambiente. Também podem criar tensão, dissonância, estresse e dor no corpo quando não estamos dispostos a ser entretidos de forma enérgica.

. A música ambiente ou New Age, sem ritmo dominante (por exemplo, a música de Steven Halpern ou Brian Eno), prolonga nossa sensação de espaço e tempo e podem induzir um estado de alerta descontraído.

. Heavy metal, punk, rap, hip hop e grunge podem estimular o sistema nervoso, levando a um comportamento dinâmico e à auto-expressão. Também podem sinalizar a outras pessoas (em especial adultos que vivem na mesma casa que seus adolescentes musicalmente invasivos), a profundidade e a intensidade do tumulto interior da geração mais jovem e sua necessidade de liberação.

. Músicas religiosas e sacras, inclusive tambores xamânicos, hinos de igreja, música gospel e spirituals, podem nos levar a sentimentos de profunda paz e consciência espiritual. Elas também podem ser notavelmente úteis para nos ajudar a transcender – e aliviar – nossa dor.


Nota importante do autor: os exercícios com música não devem ultrapassar 30 minutos por dia, sendo importante variar o gênero e o compositor para que a mente não se acostume ou canse.


 
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